♕ Blog da Ingrid Dirgni ♕

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Arquivo para o mês “agosto, 2012”

Seu Nome é Jesus

Jesus foi ao mesmo tempo comum e incomum; alternava entre o o normal e o heroico. Em um momento, estava entre os jogadores de dominó no parque e, no instante seguinte, ordenava que o inferno saísse de um homem louco, que a doença saísse de um moribundo e que a morte deixasse o morto. Quem foi esse homem que falava tão facilmente com crianças e pescadores, com viúvas e ondas? Essa é a pergunta que se repete há séculos e que chega até nos hoje.

Sua história foi extraordinária. Considerava-se divino, entretanto permitiu que um soldado raso do exército romano enfiasse um prego em seu pulso. Exigiu pureza, porém levantou-se para defender os direitos de uma prostituta arrependida. Chamou os homens a marchar, todavia não admitiu que o chamassem de rei. Enviou homens ao mundo, mas equipou-os apenas com joelhos dobrados e lembranças  de um carpinteiro ressurreto.

Não podemos considera-lo simplesmente um bom mestre. Suas declarações são demasiadamente ultrajantes para limitá-lo à companhia de Sócrates ou Aristóteles. Também não podemos categoriza-lo com mais um dos muitos profetas enviados para revelar verdades eternas. Suas próprias declarações eliminam essa possibilidade.

O que fazer quando um homem faz coisas divinas? Uma coisa é certa não podemos ignora-lo. Busque conhece-lo, você pode se maravilhar. O que é ainda mais importante é que você pode ser transformado. Ele nos convida a amá-lo, Ele insiste que o amemos. Mas, no fim das contas, a escolha é sua e minha. Ame aquele que podia segurar o universo na palma da mão, mas abdicou disso para flutuar no ventre de uma virgem, e morrer por você.

Max Lucado

Ele é Amor

Jesus poderia ter desistido. Imagine a mudança que precisou fazer, a distancia que teve de viajar. Como seria tornar-se carne?…

O amor vai aonde é necessário… e Cristo viajou da eternidade sem limite para ser confinado pelo tempo e tornar-se um de nós. Não precisava fazê-lo. Poderia ter desistido. Em qualquer ponto do caminho ele poderia ter colocado um ponto final naquilo tudo.

Quando viu o tamanho do útero, poderia ter desistido.

Quando percebeu como suas mãos seriam pequenas, quão suave seria sua voz, quanta fome seu estômago sentiria, poderia ter desistido. Ao primeiro sinal do mau cheiro do estábulo, diante da primeira rajada de frio. Na primeira vez em que arranhou o joelho ou assoou o nariz ou comeu pão queimado, poderia ter virado as costas e ido embora.

Quando viu o chão poeirento de sua casa em Nazaré. Quando josé lhe deu uma tarefa a cumprir. Quando seus colegas de escola cochilaram durante a leitura da Torá, a sua Torá. Quando seu vizinho tomou seu nome em vão. Quando o fazendeiro preguiçoso culpou a Deus pela colheita ruim. Em qualquer momento Jesus poderia ter dito: “Chega! Já basta! Vou para casa”. Mas ele não fez isso.

Não o fez porque ele é amor. E “o amor[…] tudo suporta” (ICO 13.4-7)

Max Lucado

A Cruz

Será possível olhar para algum lugar e não ver pelo menos uma? Empoleirada no alto de uma capela. Esculpida numa lápide. Gravada num anel ou suspensa por uma corrente. A cruz é o símbolo do cristianismo. Uma escolha improvável, não acha? É estranho que uma ferramenta de tortura tenha personificado um movimento de esperança. Os símbolos de outras confissões de fé são mais “pra cima”: a estrela de Davi,  com suas seis pontas a lua crescente do Islamismo, a flor de lótus do budismo. Mas uma cruz para o cristianismo? Um instrumento de execução?

Por que a cruz é o simbolo da nossa fé? Não é preciso olhar para longe da própria cruz para encontrar a resposta. Seu desenho não poderia ser mais simples. Uma travessa horizontal e outra vertical. Uma se estende, entra em contato __ como o amor de Deus. A outra se eleva __ como a santidade de Deus. Uma representa a largura de seu amor; a outra reflete a altura da sua santidade. A cruz pe a intersecção. A cruz é o lugar onde Deus perdoou seus filhos sem abaixar seus padrões.

Como ele poderia fazer isso? Numa única frase: Deus colocou nosso pecado sobre seu Filho e o puniu ali.

“Deus colocou o erro sobre ele, que nunca fez nada errado, para que pudéssemos nos acertar com Deus” (II CO 5.21, THE MESSAGE)

Max Lucado

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