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Seu Nome é Jesus

Jesus foi ao mesmo tempo comum e incomum; alternava entre o o normal e o heroico. Em um momento, estava entre os jogadores de dominó no parque e, no instante seguinte, ordenava que o inferno saísse de um homem louco, que a doença saísse de um moribundo e que a morte deixasse o morto. Quem foi esse homem que falava tão facilmente com crianças e pescadores, com viúvas e ondas? Essa é a pergunta que se repete há séculos e que chega até nos hoje.

Sua história foi extraordinária. Considerava-se divino, entretanto permitiu que um soldado raso do exército romano enfiasse um prego em seu pulso. Exigiu pureza, porém levantou-se para defender os direitos de uma prostituta arrependida. Chamou os homens a marchar, todavia não admitiu que o chamassem de rei. Enviou homens ao mundo, mas equipou-os apenas com joelhos dobrados e lembranças  de um carpinteiro ressurreto.

Não podemos considera-lo simplesmente um bom mestre. Suas declarações são demasiadamente ultrajantes para limitá-lo à companhia de Sócrates ou Aristóteles. Também não podemos categoriza-lo com mais um dos muitos profetas enviados para revelar verdades eternas. Suas próprias declarações eliminam essa possibilidade.

O que fazer quando um homem faz coisas divinas? Uma coisa é certa não podemos ignora-lo. Busque conhece-lo, você pode se maravilhar. O que é ainda mais importante é que você pode ser transformado. Ele nos convida a amá-lo, Ele insiste que o amemos. Mas, no fim das contas, a escolha é sua e minha. Ame aquele que podia segurar o universo na palma da mão, mas abdicou disso para flutuar no ventre de uma virgem, e morrer por você.

Max Lucado

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4 opiniões sobre “Seu Nome é Jesus

  1. A condensação e o deslocamento de imagens resultam na metáfora e na metonímia discursivas, respectivamente. Imaginação não significa criação arbitrária e, sim, imitação, reprodução. O importante nessas imagens é que elas expressam muito mais do que está dito no texto da oração: “Ter imaginação é ver o mundo na sua totalidade; pois as Imagens têm o poder e a missão de mostrar tudo o que permanece refratário ao conceito.” (ELIADE, 1996, p. 16). O discurso religioso, portanto, apresenta, além de suas condições histórico-sociais de produção, um funcionamento específico, próximo aos estados de sonho, de devaneio, da melancolia, do desprendimento, da contemplação estética, da evasão, etc., que transcendem à condição histórica de uma dada situação de enunciação. Esses estados fazem o homem vivenciar, consciente ou inconscientemente, vários ritmos temporais, e não somente o tempo histórico da enunciação. Escutar uma bela música, apaixonar-se, rezar, abrir um romance ou assistir a um espetáculo artístico fazem o homem sair do presente histórico imediato e reintegrar o presente eterno do amor e da religião, fazendo-o encontrar um outro ritmo temporal que, em todo o caso, não é o tempo histórico da enunciação. (ELIADE, 1996, p. 29).

  2. Evangelizar é cuidar do homem por inteiro, pois “não podemos dizer ao faminto, ao nú, vá em Paz”… “Fica com Deus” e não lhe dar o necessário para a vida como nos fala S. Tiago em sua carta (cf. Tg 2,16) e, ao mesmo tempo, de nada vale dar algo sem saciar a fome mais profunda do coração do homem que é fome de Deus, de Amor, de Vida Plena! Por isso, a Igreja nos ensina que evangelizar é a maior expressão de caridade para com o próximo. Que não lhes aconteça como para um nosso amigo missionário na África que enquanto se matava de trabalhar para construir um hospital, distribuir alimentos e cobertores, via os católicos que deixavam a Igreja. Ai se deu conta do terrível erro cometido. “Veja” disse para ele um senhor: “você nos deu cobertores que esquentam por fora, mas naquela outra Igreja nos deram cobertores que esquentam por dentro”. “Evangelizar é questão de vida e morte”. Respondemos generosamente ao apelo do Senhor e da sua Igreja para uma nova Evangelização, para socorrermos a humanidade que morre no abandono á beira do caminho: “ Ide, pelo mundo e evangelizai toda criatura” (Mc 16, 15).

    • Amem irmão, q possamos nos dedicar á evangelizar os povos, q nós não tenhamos nossa vida preciosa para nós mesmo, mas q nos esforcemos para cumprir com a carreira q Jesus nos confiou, de anunciar o evangelho da graça de Deus.

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